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Quando
errado

prevenção e conduta nas intercorrências dos injetáveis

Oclusão vascular, ptose, nódulo tardio, granuloma. As intercorrências que mais assustam quem aplica toxina, preenchedor, bioestimulador e fios, e o que fazer nos minutos em que ainda dá tempo. Com Carolina Peron.

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25 de agosto, 19h30 · Ao vivo e gratuita
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Onde passam as artérias das quatro zonas de maior risco da face.
Como reconhecer uma oclusão vascular nos primeiros minutos.
O protocolo de emergência com hialuronidase e o kit do consultório.

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O ponto de virada

O produto raramente é o problema.

A literatura é consistente: a maioria esmagadora dos eventos adversos em injetáveis nasce da técnica, não da marca na embalagem. Plano errado, volume concentrado demais, diluição insuficiente, injeção rápida, agulha onde deveria ter cânula. Todas essas decisões acontecem em segundos e todas dependem de você saber exatamente o que existe embaixo da pele naquele ponto. É por isso que conduta se constrói sobre anatomia, e não sobre hábito.

O que você vai ver

A ementa completa da aula

01

As zonas onde tudo pode dar errado

Glabela, nariz, sulco nasogeniano e região periorbital. O trajeto da artéria angular e da dorsal do nariz, as anastomoses com a circulação do olho, e a explicação anatômica de por que a cegueira acontece.

02

Oclusão vascular: os minutos que decidem

Dor desproporcional, blanqueamento e livedo. Como diferenciar de reação comum, o protocolo de hialuronidase com dose, dispersão e repetição, e o kit de emergência que precisa estar pronto antes.

03

Toxina que desceu: ptose, assimetria e sorriso alterado

A complicação mais frequente de todas. Margem de segurança acima da borda orbital, profundidade e volume por ponto, e a conduta quando a pálpebra cai, a sobrancelha arqueia demais ou o sorriso muda.

04

Bioestimuladores e fios: o problema que não tem antídoto

Nódulo palpável, granuloma tardio e reação inflamatória meses depois. Por que diluição insuficiente e plano errado explicam a maioria dos casos, e o que fazer quando não existe enzima para reverter.

05

Prevenção, documentação e a hora de encaminhar

Aspiração, retroinjeção, cânula versus agulha, injeção lenta e o papel do ultrassom no mapeamento vascular. Mais o registro clínico que protege você e o critério objetivo para encaminhar.

06

Ultrassom aplicado à segurança

Mapeamento vascular antes de injetar, leitura de plano em tempo real e diferenciação entre nódulo, vaso e produto antigo. Como a imagem entra na rotina de quem aplica, sem depender de aparelho de alto custo.

O que mais assusta

As quatro que tiram o sono de quem injeta

Oclusão vascular

A mais grave. Pode evoluir para necrose do tecido e para perda de visão. É também a que dá menos tempo para pensar.

Ptose e assimetria

A mais frequente. Não é grave clinicamente, mas é a que mais gera reclamação, reembolso e paciente que não volta.

Nódulo e granuloma

A mais silenciosa. Aparece semanas ou meses depois, quando você já achava que estava tudo certo, e não existe enzima que reverta.

Infecção e reação tardia

A mais confundida. Tratada como inflamação simples quando exige outra conduta, e o atraso é o que transforma o quadro.

Oito em cada dez eventos adversos se relacionam à técnica de quem aplica, não ao produto.

A ferramenta que muda o jogo

Ultrassom: enxergar antes de injetar

A anatomia varia de paciente para paciente. O vaso que você decorou no atlas pode estar dois milímetros deslocado na pessoa sentada na sua cadeira, e nenhuma técnica compensa isso. O ultrassom é o que transforma probabilidade em certeza, tanto na hora de prevenir quanto na hora de resolver.

O que ele entrega na prática

Localiza artérias e veias na zona de risco antes da agulha entrar
Confirma em tempo real que o produto está no plano correto
Distingue nódulo inflamatório de vaso e de produto antigo
Na emergência, direciona a hialuronidase ao ponto exato da oclusão
O que você leva

Segurança aplicável, não teoria solta

Mapa das zonas de risco

As quatro regiões mais pedidas no consultório e por onde passam as artérias que se comunicam com a circulação do olho.

Leitura de sinais precoces

Diferenciar reação esperada de oclusão vascular nos primeiros minutos, quando ainda dá tempo de agir.

Protocolo de hialuronidase

Dose, dispersão, intervalo de repetição e o que mais precisa estar no kit antes de a urgência acontecer.

Conduta em toxina

O que fazer diante de ptose, assimetria e alteração do sorriso, e como prevenir pela margem anatômica.

Nódulo e granuloma

Por que aparecem, como diferenciar um do outro e qual a conduta quando não existe antídoto.

Documentação clínica

O registro que protege você juridicamente e o critério objetivo para encaminhar.

Carolina Peron
Quem conduz

Carolina Peron

Referência em segurança e anatomia aplicada a procedimentos injetáveis.

"A intercorrência não escolhe quem estudou. Ela escolhe quem estava aplicando naquele dia."
Ensina anatomia de segurança aplicada à prática clínica real de injetáveis.
Trabalha com ultrassom como ferramenta de mapeamento vascular e de conduta na intercorrência.
Conduz a aula ao vivo, com espaço para perguntas.
Para quem é

Para o profissional que aplica injetáveis

Aplica toxina botulínica e quer dominar prevenção e conduta
Trabalha com preenchimento em zonas de alto risco
Usa bioestimuladores e já ouviu falar de nódulo tardio
Trabalha com fios e quer saber manejar intercorrência
Já viu um blanqueamento de perto e não quer repetir sem protocolo
Quer montar o kit de emergência corretamente
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Dúvidas

Perguntas frequentes

Sim, a transmissão ao vivo é gratuita. Basta se inscrever para receber o link de acesso.

A intercorrência não escolhe quem estudou.

Ela escolhe quem estava aplicando naquele dia. Não importa se foi toxina, preenchedor, bioestimulador ou fio. A única variável sob o seu controle é o que você sabe fazer nos minutos seguintes.
 Dia 25 de agosto, às 19h30, ao vivo e gratuita.

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